domingo, 28 de agosto de 2011
Tom Jobim
Haja o que houver,
há sempre um homem, para uma mulher.
E há de sempre haver para esquecer,
um falso amor e uma vontade de morrer.
Seja como for há de vencer o grande amor,
que há de ser no coração
Como um perdão
Pra quem chorou.
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